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Google está obcecado com Facebook

Google está obcecado com Facebook

 

Google está obcecado com Facebook e parou de inovar

 

 

James Whittaker, por quase três anos diretor de engenharia da companhia, criticou o CEO do Google, Larry Page, e o que ele chama de "novo Google".

 

 

 

Um ex-executivo do Google disse que a empresa está tão focada em publicidade e em sua rivalidade crescente com o Facebook que está saindo dos trilhos.

 

James Whittaker, que por quase três anos era um diretor de engenharia, até ir para a Microsoft no mês passado, criticou o CEO da companhia, Larry Page, e que ele chama de "novo Google" em um longo post no blog da Microsoft.

 

Whittaker disse que adorava trabalhar no Google e foi um 'evangelista' entusiasmado da empresa. Tudo mudou, disse, quando a empresa parou de focar em inovação e tecnologia e focou-se em captar publicidade e perseguir a maior rede social do mundo, o Facebook.

 

O Google mudou tanto após Page assumir as rédeas da empresa que o executivo disse que seus três últimos meses na companhia foram um "turbilhão de desespero."

 

Whittaker disse saber que o Google sempre foi uma empresa de publicidade, mas sob a liderança de Eric Schmidt, os funcionários estavam concentrados na inovação e eram elogiados pelo desenvolvimento de novas tecnologias.

 

"A partir desta máquina inovação vieram produtos de importância estratégica como o Gmail e o Chrome, resultados do empreendedorismo nos níveis mais baixos da empresa", escreveu. "A maioria de nós estava convencido de que o Google era uma empresa de tecnologia em primeiro lugar..."

 

Então os executivos do Google perceberam que tinham perdido a oportunidade em redes sociais. Eles viram que o Facebook tinha uma enorme base de usuários e tornou-se um grande concorrente para a publicidade online, Whittaker escreveu.

 

Google+ em tudo


"Larry Page assumiu o comando para consertar esse erro", escreveu Whittaker. "E aí o termo 'social' tornou-se obrigatório. O nome Google+ era onipresente, invocando a sensação de que o Google sozinho não era suficiente. A busca tinha de ser social. O Android tinha que ser social. You Tube, feliz na sua independência, tinha que ser...bem, você entendeu".

 

De repente, toda a inovação tinha de ser focada em social. "Ideias que não conseguiam colocar o Google+ no centro do universo eram uma distração", disse Whittaker.

 

Não é surpreendente ouvir que o Google está tão focado em fazer todos os produtos da empresa e serviços conectarem-se com o Google+. Page deixou essa estratégia bem clara no ano passado, quando disse que queria usar a rede para mudar toda a empresa.

 

"A nossa ambição final é transformar a experiência geral do Google, tornando-o maravilhosamente simples, quase 'automágico', porque entendemos o que você quer e podemos entregar imediatamente", disse Page em outubro passado.

Segundo Whittaker, não foi uma mudança positiva para a empresa.

 

Produtos legais


"Acho que [Whittaker] está dizendo que a empresa que ele conhecia jogava pesado para desenvolver produtos inovadores para servir aos usuários", disse Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group. "Aquele Google apenas tentava apresentar coisas legais, e o dinheiro da publicidade vinha. Este novo parece estar focado em agradar aos anunciantes. Eu diria que esta abordagem será bem menos sucedida a longo prazo. "

 

Ele acrescentou que a obsessão do Google com o Facebook não é saudável para a empresa. "Eles têm de se acostumar com a idéia de que não podem ser tudo para todos", disse Olds.

 

Não é a primeira vez que um executivo do Google reclama publicamente da empresa.

No outono passado, Steve Yegge, um engenheiro de software, acidentalmente publicou um longo texto público no Google+, chamando a nova rede social da empresa social de "patética reflexão tardia."

 

 

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/mercado


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