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FBI quer aprovar lei de grampos para internet

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Robert S. Mueller III, diretor do FBI, viajou na terça-feira para o Vale do Silício para discutir com executivos de empresas de tecnologia uma proposta que torne mais fácil "grampear" internautas. Mueller e o conselheiro-geral do FBI, Valerie Caproni, marcaram encontros com diretores de várias grandes empresas, como Google e Facebook, de acordo com diversas fontes próximas ao assunto. Não ficou claro como a proposta de Mueller foi recebida. ( E você, o que acha? Os governos devem permitir a interceptação de emails e mensagens em redes sociais? )
- Posso confirmar que o diretor do FBI, Robert Mueller, visitou o Facebook durante sua viagem ao Vale do Silício - disse Andrew Noyes, gerente políticas públicas do Facebook. Michael Kortan, um porta-voz do FBI, também reconheceu a reuniões, mas não deu mais detalhes.
Mueller quer ampliar uma lei de 1994, a "Communications Assistance for Law Enforcement Act", para impor regras às empresas de internet. A lei exige que provedores de telefonia e banda larga, como Verizon e Comcast, estejam prontos para cumprir ordens judiciais de escutas telefônicas.
Os policiais querem que a lei de 1994 para abranger também as empresas de Internet, pois as pessoas cada vez mais se comunicam online. Uma força-tarefa composta por funcionários da administração Obama está tentando desenvolver uma legislação para o plano e submetê-la ao Congresso no próximo ano.
O Departamento de Comércio e o Departamento de Estado questionam se a medida poderia inibir a inovação. Muitos temem também que regimes repressivos possam aproveitar as mesmas capacidades para identificar dissidentes políticos, segundo funcionários familiarizados com as discussões.
Segundo a proposta, as empresas teriam de projetar sistemas para interceptar e decifrar mensagens criptografadas. Serviços baseados no exterior teriam de repassar as comunicações através de um servidor nos EUA, onde eles pudessem ser monitorados.
 Noticia publicada em O Globo
 


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